Segundo algumas estatísticas, e num período de vida de 80 anos, há uma probabilidade de seres atingido uma vez em 15.300. Foi o que aconteceu com Thomas Stanley, de 33 anos, que, quase no fim de uma prova de Ultramaratona, não suportou a carga elétrica na qual foi alvo.

No sítio errado à hora errada. Isso resume o que aconteceu com Thomas Stanley durante a FlatRock 50K no Parque de Elk City, em Oklahoma, nos Estados Unidos.

Quando estava próximo do fim da sua corrida, o norte-americano foi atingido por um raio, uma situação que poderia ter sido evitada se os organizadores tivessem escutado os Serviços de Meteorologia local, que previram descargas elétricas na hora da prova.

«Tragicamente, Thomas Stanley faleceu ao ser atingido por um raio, justamente quando estava próximo da meta da corrida dos 50 km», escreveu a organização na sua conta do Facebook.

Organização que, de imediato, foi socorrer Thomas Stanley, mas que, infelizmente, não resistiu após ser atingido pelo raio. De referir que apenas 10% de pessoas que são atingidas por um raio acabam por morrer, um dado estatístico que acabou por abarcar o atleta norte-americano.

Thomas Stanley “recebeu” uma medalha de finisher

De referir ainda que a diretora da corrida, Carolyn Robinson, em declarações à BBC, afirmou que a tempestade aconteceu de forma inesperada, assim como os raios, apesar dos avisos de tormenta para a hora da prova, um aviso que foi ignorado pela organização, ressalta o jornal Wichita Eagle, que acrescenta que, quando começou a tempestade e os raios, os presentes levaram os seus carros até a meta para protegerem os corredores.

Algo que não foi possível a Thomas Stanley, que, por 400 metros, não cruzou a meta, o que poderia ter significado a sua sobrevivência, já que estaria protegido dos raios.

Por último, os organizadores entregaram a medalha da prova à mulher de Stanley, que, emocionada, escreveu uma emotiva carta na página do seu Facebook.

FOTO: Facebook