Luís Feiteira, na sua estreia na modalidade no Columbus Trail, nos Açores, ficou impressionado pelo sentimento comum a todos os corredores de Trail, a denominada «família do Trail».

O que aprecia na estrada e agora no Trail?
A competitividade. A adrenalina da competição em si. A concentração e a gestão de esforço que é necessário ter.

E o contrário, ou seja, o que não aprecia na estrada e agora no Trail?
A irregularidade do piso. Mas claro que no Trail há que contar sempre com isso.

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A tribo do Trail, a denominada «família do Trail», é realmente diferente da tribo da estrada segundo o Luís Feiteira?
Sim, é!

Sentiu, por exemplo, uma maior camaradagem, algo frequentemente mencionado pelos corredores do Trail?
Sim, senti. Lidam uns com os outros como que de uma única família se tratasse.

Uma experiência para voltar a fazer ou apenas para recordar com os netos?
Sem dúvidas para voltar a repetir e sempre que possa estarei sempre disponível para dizer presente neste tipo de eventos. Mas entrar a 100% competitivo só quando abandonar a competição na estrada. Até lá poderei entrar de uma forma mais tranquila, apesar de o encarar sempre como mais uma forma de preparação e dar sempre o melhor de mim. O Trail é sem dúvida um mundo à parte. É necessário muito treino técnico e força, principalmente isso. O atleta que seja bom a correr e que consiga estar no mesmo patamar ao mesmo nível técnico, dificilmente dará hipóteses aos adversários.

O resultado de Luís Feiteira, novo membro da família do Trail
O resultado de Luís Feiteira, novo membro da família do Trail

Sobre a prova em si, qual o seu comentário? Ficou surpreso com algo?
Muito bem organizada, uma prova top! Fiquei surpreso com a coragem de algumas pessoas sem o mínimo de preparação em abordarem distâncias de 40 ou 70 km, mesmo a caminhar que seja.

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