A jamaicana Shelly-Ann Fraser-Pryce escreveu mais uma vez o seu nome na História do Atletismo e, pela quarta vez, conquistou a medalha de ouro dos 100 metros em um Mundial, desta vez em Doha (tem ainda dois ouros olímpicos…).

A final dos 100 metros em Doha apresentava várias favoritas. Além de Shelly-Ann Fraser-Pryce, a compatriota Elaine Thompson e a britânica Dina Asher-Smith também tinham demonstrado durante a época que poderiam alcançar o ambicionado ouro.

No entanto, era Freser-Pryce a favorita, já que, nas eliminatórias, tinha alcançado impressionantes 10s80, um tempo que lhe daria 12 medalhas de ouro em 16 Mundiais. E, nas meias-finais, a jamaicana correu em 10s81…

Por isso, o seu triunfo, com o tempo de 10s71 (o seu melhor tempo é 10s70, alcançado em 2012), não surpreendeu ninguém, apesar da qualidade das suas rivais, concretamente Asher-Smith (10s83, recorde britânico) e Marie-Josée Ta Lou (10s90).

Já Thompson, campeã olímpica no Rio de Janeiro em 2016, ficou na quarta colocação, com 10s93.

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Além de Doha, Fraser-Pryce foi campeã do Mundo nos 100 metros em Berlim 2009, Moscovo 2013 e Pequim 2015. Em Londres 2017, não participou porque, um dia depois da final feminina do hectómetro, foi mãe…