A histórica corrida de Eliud Kipchoge no sábado, o primeiro homem a correr a Maratona em menos de 2h00, foi um marco em todo o mundo, mas, principalmente, no país do recordista do mundo da distância, o Quénia. Algo só comparado a uma partida de futebol…

No Quénia, a corrida é o principal desporto do país. Como acontece no futebol em centenas de nações em todo o mundo, é na corrida que muitos jovens quenianos conseguem ver alguma saída para as agruras das suas vidas.

É por isso que, ano após ano, temos vários corredores a saírem do Quénia e a vencerem as mais diversas provas em todo o mundo, seja na Europa, América, Oceania, Ásia e, logicamente, a própria África.

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Por isso, foi com naturalidade que ontem, sábado, Quénia esteve literalmente parada durante 2 horas para ver a façanha de Kipchoge, se o atleta número um do país conseguiria ser o primeiro homem a correr a Maratona em menos de 2h00.

Com ecrãs espalhados pelas ruas, milhões de pessoas se concentraram em torno das imagens, todas apreensivas com o ritmo de Kipchoge aos longo dos 42,195 km do desafio INEOS 1:59.

Quando o queniano conclui o desafio INEOS 1:59, a loucura e a histeria foram totais e invadiram todas as ruas e casas do país, algo muito semelhante ao que vemos nos grandes jogos e principais competições de futebol, como o Mundial, por exemplo.

Uma prova de que, no Quénia, mais do que a bola, o que interessa são os ténis. Principalmente em Eldoret, a “cidade santa” do Atletismo mundial.

Quem acompanhou com muita apreensão a corrida de Kipchoge foi a mãe de Kipchoge, Janet Rotich, concretamente na aldeia de Kapsisisywa, a cerca de 30 quilómetros de Eldoret, como demonstra a foto Brian Ongoro.

 Janet Rotich, mãe de Kipchoge
Janet Rotich, mãe de Kipchoge

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