A norte-americana é uma influencer Latoya Snell no Mundo da Corrida. No entanto, não pelas suas marcas, mas por não se incomodar que o seu físico, longe do corpo ideal idealizado e promovido pela sociedade, a limite de correr.

Latoya Snell, de 34 anos, já confessou que, nos dias de hoje, não corre apenas por ela, mas por milhares de pessoas que a acompanham, todas inspiradas pelos seus feitos.

Feitos que fazem inveja a muitos corredores normais, já que a norte-americana é uma ultramaratonista com algumas provas no curriculum de 100 ou mais quilómetros. A norte-americana, patrocinada pela Hoka One One, confessa que sente orgulho em conseguir encorajar milhares de atletas a experimentar o ultrarunning, por exemplo.

«Muitas pessoas devem ser capazes de ver versões diferentes de si mesmas. Não se trata apenas de corrida

Latoya Snell revelou que, se tivesse visto uma mulher negra a correr em trilhos quando era mais nova, tinha começado a correr mais cedo. Para a norte-americana, o poder da representação visual tem a capacidade de mudar vidas e perspetivas que temos não apenas do mundo, mas do desporto em geral, como é o caso da corrida.

Por isso, a ultramaratonista tem a consciência de que o que faz, ou seja, de mostrar as suas experiências na corrida, é algo influenciador para muitas pessoas.

«O mais importante é mostrar a diversidade no desporto e compartilhar narrativas de quem se esforça para dar o seu melhor, não apenas colocar uma foto e achar que isso é o suficiente (…) A representação realmente importa (…) e as pessoas ficam felizes por você estar ali a compartilhar a experiência com elas. Mas as pessoas são muito resistentes e quando você pensa no treino em si, o treino é na verdade uma metáfora para inserir em todos os momento da vida: haverá dias bons e dias ruins», referiu à Ultrarunning Magazine, acrescentando que, para superar os momentos menos positivos do treino e da vida, há apenas uma solução.

«Investir continuamente e acreditar em nós próprios

Latoya Snell acredita que devemos procurar com regularidade novos desafios, desafios que coloquem o nosso Eu diante de novas perspetivas, o que obrigará a uma inevitável evolução. No entanto, deixa um recado…

«Não procure encontrar o atalho. Quando o procuramos, às vezes acabamos por seguir o caminho mais longo.»