A polémica está instalada após a federação local ter escolhido o hondurenho Iván Zarco para correr a Maratona dos Jogos Olímpicos de Tóquio, Iván Zarco que causou uma enorme polémica quando alcançou o recorde do seu país… sem ter corrido.

Na Maratona de Dresden deste ano, o espanhol Camilo Santiago correu com o dorsal de Iván Zarco (espanhol naturalizado hondurenho a 1 de janeiro de 2020), estabelecendo um novo recorde nacional de Honduras: 2h17m46 (leia aqui). 

Um tempo que foi reconhecido pela World Athletics e pela federação hondurenha. O problema é que Iván Zarco nem correu em Dresden… 

Enquanto a federação espanhol puniu Camilo Santiago pela falcatrua (leia aqui), a sua homóloga resolveu premiar Iván Zarco, selecionando o maratonista para correr a Maratona dos Jogos Olímpicos de Tóquio, agendada para 8 de agosto.

Iván Zarco vai substituir o velocista Melique Vencent García (100 metros), que, devido a um problema no passaporte, não vai poder viajar para Tóquio.

Evidentemente que a polémica estourou nas redes sociais, com a federação a ser atacada por todos os lados, inclusive por atletas do país, que não compreendem a escolha de Iván Zarco para representar o país em Tóquio. 

Muitos pedem para o Comité Olímpico Internacional intervir nesta escolha, já que, defendem, a atitude de Iván Zarco e Camilo Santiago não é própria dos ideais e valores olímpicos

Veja aqui os participantes da Maratona nos Jogos Olímpicos de Tóquio, entre eles o hondurenho Iván Zarco, agendada para o dia 8 de agosto, último dia do evento desportivo mais importante do mundo.