Numa altura em que a Europa procura sair com segurança do confinamento imposto pela pandemia do coronavírus, também a Federação Portuguesa de Atletismo acaba de anunciar que está a preparar um Programa de Retorno à Competição para que também o desporto possa regressar com segurança e confiança.

O anúncio foi feito pela própria Federação Portuguesa de Atletismo (FPA), num comunicado em que também se pode ler que o referido Programa de Retorno à Competição «está a ser elaborado com a colaboração da Direção Técnica Nacional e da Direção Técnica Regional, tendo em consideração todas as normas e recomendações das várias entidades nacionais e internacionais».

LEIA TAMBÉM
Federação espanhola não recomenda provas com mais de 200 atletas

A entidade revela que o documento «vai ao encontro das orientações mais recentes estipuladas pela Direção-Geral da Saúde para a utilização de recintos desportivos e para a realização da prática desportiva», precisando que «o documento encontra-se na fase de discussão técnica», fase para a qual contribuem as «Associações de Atletismo Distritais e Regionais», assim como os «Treinadores Nacionais e dos Diretores Técnicos Regionais das 22 Associações de Atletismo», a FPA tem, entretanto, já agendada mais uma reunião com a participação «da Direção Técnica Nacional e da Direção Técnica Regional», assim como das restantes entidades.

O presidente da Federação Portuguesa de Atletismo, Jorge Vieira
O presidente da Federação Portuguesa de Atletismo, Jorge Vieira

A terminar, a FPA promete reunir-se, ainda, com «os presidentes das Associações de Atletismo», após o qual «se chegará ao programa definitivo a implementar».

«O nosso programa de retoma visa tocar em todos os domínios do Atletismo português. Pretendemos que seja um programa progressivo, dividido por fases e focado em alcançar a nossa normalidade desportiva e social», destaca, no mesmo comunicado, o presidente da FPA, Jorge Vieira.

LEIA TAMBÉM
Jorge Teixeira (RunPorto): «Regresso será com corridas mais pequenas e menos participantes»

 «Trata-se de um trabalho de fundo que irá projetar a nossa modalidade com a dificuldade de estar a ser elaborado num tempo de incerteza e imprevisibilidade», conclui o mesmo responsável.