David Freake, corredor amador, acusou doping e foi suspenso pela CCES (Centro de Ética no Desporto do Canadá) por quatro anos. O exame foi realizado após uma prova no passado dia 26 de maio.

A análise foi realizada na Maratona de Ottawa, com David Freake a acusar várias substâncias proibidas, como GW501516, 2,4-dinitrofenol e EPO, por exemplo.

A entidade revelou que o castigo de Freake terminará a 10 de outubro de 2023, uma sanção que foi acatada pelo corredor amador, que, na Maratona, tem como o seu melhor tempo 2h33m45, registo alcançado na Maratona de Toronto, em 2017. Com ou sem doping é agora a pergunta que todos fazem…

A corrida mais recente de Freake foi a Meia-maratona de Nova Escócia, quando correu a distância em 1h11m14, novo melhor registo da prova, embora o seu melhor tempo na distância seja 1h08m48, na Meia-maratona de Toronto, há quatro anos (com doping?…).

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Como é de esperar, o doping de Freake causou um enorme debate no Canadá, mas também nos Estados Unidos, devido a proximidade dos dois países. Nas redes sociais, muitas foram as críticas dirigidas ao corredor, que já afirmou que não vaio recorrer do seu castigo, segundo a CCES.

Refira-se que, em Espanha, o mesmo aconteceu na Behobia-San Sebastián do ano passado, com um atleta veterano amador a ser apanhado nas malhas do doping, concretamente com o consumo de meldonium, substância que ficou famosa quando a russa Maria Sharapova acusou positivo num exame anti-doping.

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O meldonium diminui o ritmo cardíaco e leva mais oxigénio ao coração, aumentando a resistência.

Devido a prova não fazer parte do calendário oficial da federação espanhola, o atleta em causa não foi sancionado.