A nutricionista Patrícia Segadães revela neste podcast que treinar em jejum pode não ser o ideal para milhares de pessoas, que, diariamente, treinam precisamente sem nada no estômago.

«Se por um lado estamos a potenciar a queima de gordura, por outro também pode fazer com que haja uma maior degradação muscular», refere a especialista.

Deste modo, e segundo o que defende Patrícia Segadães, o desejado é jamais treinar em jejum se o treino exigir uma grande intensidade grande. «E mesmo o moderado/leve deve ser testado, para ver como o corpo reage ao esforço em jejum.»

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Outro erro que Patrícia Segadães destaca é os corredores irem treinar em jejum devido a falta de tempo. A nutricionista refere que, quando isso acontece, os atletas de corrida devem levar consigo algo para comer, «como marmelada», por exemplo.

Em relação ao que devemos ou não comer, a nutricionista destaca que as distâncias, a intensidade e a duração do treino são determinantes na nossa dieta, que será sempre diferente entre um corredor e outro.

A especialista salienta também que os corredores que realizam provas de grande intensidade, de distâncias longas, devem ingerir hidratos de carbono de absorção mais moderada/rápida antes dos treinos/provas

Mas também durante

«É importante repor os níveis energéticos para o corpo continuar a receber energia ao longo da prova/treino», defende.

Por fim, a hidratação, que não deve ser feita apenas durante o treino ou a prova, um dos erros mais comuns dos corredores, defende Patrícia Segadães.

A nutricionista revela inclusive a quantidade de água que devemos consumir como corredores, assim como em que momento.

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