Rui Martins ligou a localidade de Odivelas, em Ferreira do Alentejo, à sua Odivelas, nos arredores de Lisboa, tudo pela Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa (APCL). No total, cerca de 200 km em 30 horas, numa iniciativa que vai recordar para sempre.

O que encontrou de comum entre as duas Odivelas?
Para além do nome ser igual, ambas têm muito boas pessoas, comida e boa energia. No entanto, e acima de tudo, um gosto enorme e especial pelo desporto.

Em qual Odivelas foi mais feliz? Quando começou a corrida, em Ferreira do Alentejo, ou quando chegou nos arredores de Lisboa?
Tivemos uma receção em Odivelas digna de estrelas… Comida, estadia, simpatia, etc. O presidente, Rodrigo Raposo, e o seu executivo, mas também o Hotel O Gato, fizeram com que a nossa curta estadia fosse excelente. Mas também a chegada foi algo muito especial, já que fomos recebidos pelos utentes da APCL. E ser acompanhado pelos amigos nos últimos quilómetros foi realmente algo muito especial.

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Qual foi o tempo final? E a que horas começou?
No total, cerca de 30 horas. Começámos perto das 7h00 de sábado e terminámos no último domingo.

A hora do começo teve em mente alguma estratégia especial?
Não! Esta iniciativa era um treino em que o objetivo era acabar o percurso e angariar o valor para a APCL. Não tinha pressão de tempo e muito menos de performance.

Mas fez o tempo que esperava?
Fiz um pouco menos do que esperava. Embora tenha dormido pelo caminho, as coisas correram bem. O corpo teve alguns problemas normais neste tipo de distâncias e a forma ainda não é a melhor… Mas estamos contentes com o que conseguimos alcançar.

Como foram os 200 km?
Foi um percurso duro visto ser todo em alcatrão. Ou seja, em termos articulares, é superdesgastante para qualquer corredor.

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