«A Semana “É difícil mas vale a pena”» termina esta sexta-feira. Paulo Garcia, da direção de eventos e um dos organizadores da PT281, admite que o mercado está inflacionado de provas de Ultramaratonas, provas nas quais os participantes procuram essencialmente a evasão.

 

Acredita que o país está preparado para receber provas destas distâncias?
Não tenho qualquer dúvida disso. O mundo é que não está preparado para tantas opções. Leia-se mundo como mercado.

Em breve teremos uma de 300 km, a Algarviana Ultra Trail. Qual acreditam ser o fascínio destas provas?
O da evasão. A minha experiência diz-me que a maioria encontra ali a paz interior que necessita para se manter em harmonia. Junte a isso a possibilidade de conhecer novos mundos, novas pessoas, novos cheiros e sabores e temos uma receita. Faltam alguns condimentos, mas esses ficam comigo.

 

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IMAGENS CEDIDAS POR «FOTOS DO ZÉ»

 

Já vislumbram alterações para o próximo ano?
No percurso, não. O mais que poderemos fazer é pequenos ajustes. A maioria dos participantes classificou o percurso com nota alta.
No resto do evento é normal que haja mudanças. São necessárias e obrigatórias.

E quais as datas da edição de 2018?
Não decidimos, mas não vemos outra que não a de manter esta.

 

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