O segmento do BTT é o preferido de Beatriz Ferreira, recentemente campeã mundial no seu escalão, 15-19 anos. No entanto, a portuguesa confessou a importância de começar à frente no segmento da corrida.

Qual o segmento que correu melhor, aquele que acabou por a surpreender? Porquê?
No geral, os segmentos acabaram por correr dentro das perspetivas. Mas talvez a corrida, em que me superei a mim própria por me conseguir manter sempre focada e animada. Apesar do desgaste…

Dos três segmentos, é o BTT onde se sente mais confortável? E qual o pior?
Sim, o segmento de BTT é aquele que me sinto melhor. Já a natação é aquele que não me sinto tão bem. Ainda tenho que melhorar muito em todos, mas sei que preciso ainda mais na natação.

Foi importante para a Beatriz Ferreira começar à frente na corrida?
Sim, o primeiro contacto que tive com as minhas adversárias foi no parque de transição na transição da natação para o BTT, em que me encontrava em terceira. Nos primeiros quilómetros do BTT consegui alcançá-las e seguir na frente até à meta.

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O ritmo apresentado foi o mais rápido da sua carreira?
Senti-me sempre a dar o máximo e acabei a sentir que não havia mais nada a dar. Foi uma prova com percursos rápidos e tive que saber gerir quando abrandar e quando podia ganhar mais vantagem.

Na opinião da Beatriz Ferreira, a corrida, hoje, no triatlo, é o segmento mais decisivo?
Até ao fim tudo pode acontecer, mas nem sempre é no último segmento que se decide a prova.

Qual a importância desse resultado para a sua carreira? E este foi o melhor ano da sua carreira?
É um título mundial, é um sentimento incrível, faz-me sentir cada vez mais motivada.

Na quinta-feira, Beatriz Ferreira revela 10 dicas para termos os melhores resultados no triatlo.