Recorde a primeira medalha de ouro de Portugal num Mundial de Pista Coberta

Na última terça-feira, a página do Facebook da RTP Memória recordou o triunfo de João Campos nos 3000 metros na primeira edição do Mundial de Pista Coberta, que foi realizado em Paris, em 1985, a primeira medalha conquistada por Portugal neste tipo de evento.

 

Decorria o dia 19 de janeiro de 1985. Na edição zero de um Mundial de Pista Coberta, Portugal conquistou uma medalha de ouro, concretamente por João Campos, que terminou a prova com o tempo de 7m57s63, ocupando assim o primeiro degrau do pódio, que foi composto ainda com as presenças do norte-americano Don Clary (7m57s78) e o checo Ivan Uvizl (7m57s92).

De referir que, na quarta posição, ficou o também português António Leitão, 22 centésimos mais lento que o terceiro (como curiosidade, nas eliminatórias, Leitão alcançou o tempo de 7m54s82, alcançando assim o novo recorde de Portugal, que estava na posse de Luís Horta, com 8m00s8).

LEIA TAMBÉM

O feito de João Campos apenas foi repetido em 2001, 16 anos depois, quando Rui Silva, nos 1500 metros, em Lisboa, voltou a ganhar uma medalha de ouro para o nosso país, que soma ainda mais duas no historial do Mundial de Pista Coberta, ambas conquistas por Naide Gomes (no pentatlo, em Budapeste 2004, e no salto em comprimento, em Valência 2008).

Refira-se que o Campeonato do Mundo realiza-se este ano em Birmingham, no mês de março.

Replay – João Campos

Esta semana na RTP MemóriaREPLAY por Rui AlvesJoão Campos

Publicado por RTP Memória em Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018

 

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos