O incrível malabarismo japonês no Mundial de Estafetas

Medalha de prata nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e medalha de bronze nos Mundiais de 2017, os velocistas japoneses dos 4x100m pretendiam alcançar um brilharete no Mundial de Estafetas, que decorre este fim-de-semana em Yokohama, no Japão. No entanto, e apesar do malabarismo japonês, tudo foi “por água abaixo” nas eliminatórias.

A expetativa era enorme e a pressão era palpável no Estádio Internacional de Yokohama, fruto do passado recente da estafeta japonesa e a enorme esperança do público local por mais um bom resultado do seu “Quarteto Fantástico.

No entanto, para o desalento dos espetadores, tudo acabou por se desmoronar na passagem do bastão entre Yuki Koike (10s17) e Yoshihide Kiryu (9s98), os malabaristas japoneses.

Liderando a prova até então, os japoneses não se entenderam na mudança do bastão e este acabou por não cair por detalhes, fruto do malabarismo japonês. Todavia, posteriormente, o Japão acabou por ser desclassificado, após terminar na terceira posição, atrás dos Estados Unidos e da China.

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O espetacular malabarismo japonês

Apesar da desclassificação, a equipa nipónica ainda tem hipóteses de alcançar a qualificação para o Mundial de Doha, este ano, embora o caminho seja agora muito mais complicado e sem mais hipóteses de erro.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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