Juiz foi quase “atropelado” nos 60 metros

A pensar tranquilamente na sua vida, com os seus pensamentos, um juiz caminha pausadamente numa pista de Atletismo. O problema é que decorria uma corrida de 60 metros em Pista Coberta do Campeonato Juvenil de Castella y León, em Salamanca, Espanha. Ou seja, o juiz foi quase atropelado pelas atletas em prova, que tiveram de abrandar o ritmo para não passarem literalmente por cima do árbitro da competição…

 

As reações para a impressionante e incompreensível atitude do juiz não se fizeram esperar e o atleta olímpico espanhol Álvaro Rodríguez, responsável pela divulgação do vídeo através da sua conta do Twitter, mostrou de imediato a sua insatisfação com os juízes da federação espanhola, que, nas três últimas semanas, foram responsáveis por decisões e atitudes menos positivas.

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«Eles roubaram o protagonismo aos atletas e acabaram por adulterar a competição», escreveu Álvaro Rodríguez na sua conta do Twitter. «Váyanse a tomar por culo», escreve inclusive o atleta olímpico dos 1500 metros, numa clara demonstração que a relação entre corredores e juízes, no país vizinho não está nada pacífica.

Quem deverá ter a mesma opinião são as atletas da corrida, principalmente as duas últimas do lado direito do vídeo, que, nitidamente, tiveram de pisar o “travão” para evitar o pior, principalmente a da pista sete, que foi obrigada a chegar para o lado para não ter um encontro imediato com o tranquilo árbitro. 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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