Conheça um novo método para atravessar a rua durante uma prova

Nas corridas, é normal termos pedestres a irromper à frente dos atletas para atravessarem a rua. Aliás, é normal vermos corredores obrigados a abrandar o seu ritmo devido a imprudência de muitos, o que acaba por desconcentrar os corredores e, por vezes, prejudicar as suas performances. Na Maratona de Boston foi utilizado um sistema no mínimo curioso. O que espanta é a simplicidade da solução. Será que a moda pega? 

 

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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