Triatlo: pentacampeão mundial Javier Gómez Noya na Meia-maratona de Madrid

O espanhol Javier Gómez Noya, cinco vezes campeão mundial de triatlo, é uma das estrelas da Meia-maratona de Madrid, agendada para domingo, 8 de abril, numa prova que acolherá cerca de 20 mil atletas.

 

O galego Noya, uma lenda do Triatlo, correrá a Meia-maratona de Madrid como teste, tendo em vista a sua participação no Ironman de Cairns, na Austrália, agendada para o dia 10 de junho, prova que marcará a estreia do espanhol na distância mais longa do Triatlo.

Mas, evidentemente, que a prova no país vizinho terá outras estrelas. Os espanhóis apostam as suas fichas em Clara Simal e Houssame Eddine Benabbou, campeão de Espanha da distância, que ambiciona correr em 1h04. O objetivo de todos é superar o recorde da prova, na posse do ugandês Moses Kibet (1h01m54, no ano passado) e a queniana Cynthia Jerotich (1h09m40, em 2014).

Meia-maratona de Madrid com novo percurso

Um dos atrativos da prova deste ano, que apresenta um novo percurso (a meta está localizada no Passeio do Prado, entre a Praça de Neptuno e Atocha), é ser a mais «conectada da história», segundo os organizadores, já que mil atletas utilizarão um dispositivo onde será possível ver, em tempo real, a sua localização e condicionamento físico, por exemplo, além de um “botão de pânico”.

A primeira edição da Meia-maratona de Madrid aconteceu em 1989, mas com 20 km. Apenas em 2000 ocorreu a transição para a Meia-maratona.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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