Conheça as sapatilhas que o triatleta Riki Abad utilizou para correr 3500 km em 2017

Um dos principais nomes do triatlo espanhol, e não só, o espanhol Ricardo Abad revelou os seus números do ano passado: nadou cerca de 150 km, pedalou cerca de 13000 km e correu cerca de 3500 km, que foram ultrapassados com seis pares de sapatilhas…

 

Titan Desert, dois Ultraman, Triple Ultraman Non Stop, três maratonas, dois Ironman, uma ultramaratona, 24 Horas em bicicleta, San Sebastian-Barcelona BTT, 12 horas em pista a correr… Não há dúvida de que a temporada de 2017 de Riki Abad, como é conhecido, foi rica em desafios, o que obrigou o atleta a uma preparação constante ao longo do ano.

Entre as provas mais marcantes de 2017, o espanhol concluiu a denominada Everesting, um dos desafios da moda no Mundo da Ultradistância, que consiste em alcançar a altura do Evereste (8848 metros) sem descanso, subindo e descendo o mesmo percurso. Abad escolheu a subida a Etxauri (subiu e desceu por 20 vezes) e terminou o seu desafio com o tempo de 17h12, pedalando 270,35 km (e 8878 metros).

Riki Abad concluiu um Triple Ultraman em nove dias

No entanto, Abad revelou que o desafio de 2017 foi o Triple Ultraman, em julho/agosto, quando, em nove dias, nadou 30 km, pedalou 1260 km e correu 253,2 km. Recorde-se que um Ultraman consiste em, no primeiro dia, nadar 10 km e pedalar 145 km; no segundo, pedalar 275 km; e, no terceiro, correr 84,4 km. O espanhol uniu no seu projeto três cidades: Pamplona-Barcelona-Valência-Pamplona.

 O espanhol disse também que, para correr os 3500 km de 2017, utilizou seis pares de sapatilhas. Patrocinado pela Skechers, Riki calçou concretamente três pares do modelo Ride 6, «uma das minhas preferidas», e três pares da Gorun 5, «uma das descobertas do ano passado. Corri com elas os dois Ultraman oficiais. É uma sapatilha muito leve e de enorme comodidade».

Recorde-se que Ricardo Abad realizou em 2015 um Ironman (3,8 km de natação, 180 km de bicicleta e 42,195 km a correr) indoor, tendo nadado num tanque:

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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