Portuguesa Maria Conceição conclui seis triatlos em seis continentes em 56 dias

Depois de ser a primeira mulher português a alcançar o topo do Evereste, em 2013, e ter caminhado até ao Polo Norte, em 2015, a filantropa Maria Conceição concluiu seis triatlos IronMan (3,86 km de natação, 180 km de ciclismo e 42,2 km de corrida, uma Maratona) em seis continentes em apenas 56 dias. Desafios que têm como objetivo divulgar a Fundação Maria Cristina, criada em 2005 para ajudar crianças no Bangladesh.

 

 

Em declarações à Agência Lusa, Maria Conceição revelou que os médicos e os terapeutas de desporto consideram os seus feitos de extraordinários e que muito se deve à força mental, já que não tem uma estrutura óssea para o desporto.

No passado domingo, a filantropa terminou em Florianópolis, no Brasil, América do Sul, o seu último triatlo do projeto denominado “6×6”, terminando com o tempo de 14h13, o mais rápido dos seis IronMan.

 

LEIA TAMBÉM
Tim Don estabelece novo recorde mundial do IronMan

 

Os anteriores foram os seguintes:

2 de abril: Port Elizabeth, África do Sul (África)
22 de abril: Houston, EUA (América do Norte)
30 de abril: Taiwan (Ásia)
7 de maio: Port Mcquarie (Austrália)
20 de maio: Lanzarote (Europa)

Os tempos de Maria Conceição

 

No total, a lisboeta residente no Dubai nadou 22,8 quilómetros, pedalou 1080 quilómetros e correu 253,2 quilómetros em 56 dias.

«Eu não tinha tempo suficiente para recuperar entre cada um, então cada um foi mais difícil e precisou de mais esforço para completar», confessou à Lusa.

 

LEIA TAMBÉM
Miguel Carneiro vai nadar 11,4 km, pedalar 540 km e correr 126,6 km (Parte V)

 

De referir que Maria Conceição tem seis entradas no Livro de Recordes do Guinness, entre elas o desafio 777, que consistia em correr sete maratonas em sete dias em sete continentes.

Um dos dados curiosos da filantropa é não gostar particularmente de desporto, que o faz apenas para divulgar o trabalho da Fundação Maria Cristina, criada em 2005.

 

Maria Conceição terminou mais um desafio na sua vida
Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos