Espanhol Javier Gómez Noya conquista Mundial Ironman 70.3

O espanhol Javier Gómez Noya, de 34 anos, regressou aos grandes momentos e conquistou o Mundial Ironman 70.3 (1,9 km a nadar, 90 km a pedalar e 21,097 km a correr) em Chattanooga, Tenessee, nos Estados Unidos.

 

Numa exibição exemplar, Noya conquistou o título mundial pela segunda vez na sua carreira (a primeira foi em 2014) muito devido a sua impressionante corrida. O espanhol correu a Meia-maratona em 1h10m30, ou seja, a um ritmo de 3m20 o quilómetro.

Antes, o agora campeão do Mundo alcançou o tempo de 29m04 na natação, cinco segundos a mais que o norte-americano Ben Kanute (o primeiro a sair da água), que liderou o segmento do ciclismo, terminando o mesmo com uma vantagem de 3m49 sobre Sebastian Kienle e 4m15 sobre Javier Gómez Noya, que chegou na oitava posição (2h12m27). Foi quando o espanhol começou o seu maravilhoso recital…

 

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Javier Gómez Noya terminou a prova com o tempo de 3h49m45. Atrás ficaram Ben Kanute (3h51m07, +1m21) e Tim Dom (3h52m00, +2m15).

De referir que, na semana que vem, o espanhol vai procurar alcançar o seu sexto título na Grande Final das Séries Mundiais, em Roterdão.

 

Javier Gómez Noya comemora o triunfo no Mundial Ironman 70.3
Javier Gómez Noya comemora o triunfo no Mundial Ironman 70.3
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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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