Vanessa Fernandes vence primeira edição do Ironman 70.3 Portugal

Vanessa Fernandes conquistou este domingo a primeira edição do Ironman 70.3 Portugal, oferecendo a Portugal a vitória na inédita prova. No masculino, o triunfo foi para o francês Denis Chevrot.

 

A triatleta portuguesa terminou os segmentos de natação (1,9 km), ciclismo (90 km) e corrida (21,1 km) em 4h33m12, superando uma das favoritas à vitória, a espanhola Sarah Loher, que terminou em segundo, com 4h34m02. No último lugar do pódio ficou a austríaca Sylvia Gehnboeck, dois minutos e 40 segundos depois.

 

Bruno Pais alcançou un honroso terceiro lugar no Ironman 70.3 Portugal
Bruno Pais alcançou un honroso terceiro lugar no Ironman 70.3 Portugal

 

No masculino, o francês Denis Chevrot confirmou o favoritismo e ganhou a prova com o tempo de 3h55m02. Atrás ficaram o suíço Philipp Koutny, com 3h57m45, e o português Bruno Pais, triatleta do Estoril-Praia, com 04h15m36.

Presidente da Federação Portuguesa de Triatlo não acreditava no triunfo de Vanessa Fernandes

Entretanto, o presidente da Federação Portuguesa de Triatlo revelou na manhã de domingo a sua surpresa pelo número de inscritos no Ironman Portugal 70.3.

«Os estrangeiros não me surpreendem tanto, já que temos um clima magnífico, o enquadramento da prova é espetacular e acaba por ser um país barato. É fácil vir a Portugal. Mas chegarmos aos 2200 participantes, sim, estou surpreendido. Chegar ao recorde de inscrições no primeiro ano é, obviamente, novidade. Não estava à espera de tanto», confessou à Agência Lusa.

Como curiosidade, refira-se que Vasco Rodrigues afirmou antes da prova que acreditava numa boa prestação de Vanessa Fernandes, «mas não para ganhar».

E a verdade é que a portuguesa ganhou…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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