Transvulcania 2019 já conhece a sua elite

A organização da Transvulcania revelou os principais nomes da edição deste ano. No masculino, Pere Aurell defende o seu título na prova principal, enquanto na prova feminina, Ida Nilsson, vencedora das três últimas edições, é a grande ausência da corrida.

Pere Aurell terá como desafiantes na Ultramaratona (74,33 quilómetros (D+ 4.350m/ D- 4.057m) alguns dos principais nomes do Trail mundial, como Dmitry Mityaev, Jonathan Albon, Marco de Gasperi, Max King, Cody Lind, Morgan Elliott, Peter Engdahl, Sylvain Court, Jordi Gamito, Rui Ueda, Daniel Jung, Thibaut Garrivier, Manuel Anguita e o local Aythami Sánchez.

O caminho da glória da Transvulcania 2019

Já no feminino, e com a ausência de Ida Nilsson, a grande dúvida é saber quem vai substituir a tricampeã, num elenco que conta com os nomes de Ragna Debats, atual campeã mundial (e mulher de Pere Aurell…), Kelly Wolf, Megan Kimmel, Anne Lisse Rousset, Elisa Desco, Jasmin Nunige, Kristin Berglund, Cassie Scallon, Emily Hagwood, Ekaterina Mityaeva, Eva Sperger, María Zorroza e Antoniya Grigorova. María Ruiz representará as cores locais.

Nas outras distâncias, nota para o ícone Luis Alberto Hernando, que vai competir na Meia-maratona (24,28 km – D+ 2.097 / D- 689 metros), que conta ainda com Eli Gordón, Alexis Sevennec, Aritz Egea, Rob Krar, Ludovic Pommeret e Cristofer Clemente. De referir que Hernando também vai competir no KM Vertical.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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