Luca Papi corre cerca de 400 km na Transgrancanaria em 77 horas

Luca Papi demonstrou ser um corredor de outro mundo na edição deste ano da Transgrancanaria. O italiano correu e concluiu duas provas, a Trans360º (264 km/D+ 13.265m), que venceu, e a Trans GC (128 km/D+ 7500m).

 

No total, Luca Papi correu cerca de 392 quilómetros, com um desnível positivo de 20765 metros, em 77h37m20.

A odisseia do italiano terminou na madrugada deste domingo, quando cruzou a meta da Trans GC (27h23m07), principal corrida do evento da Transgrancanaria, corrida que começou pouco tempo depois de sair vencedor da Trans360º (50h14m13), prova que também ganhou em 2017 (na Trans GC, terminou na 425.ª posição).

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O feito de Papi é inédito e assombroso, tendo em vista a distância percorrida (junto com o desnível acumulado) e o tempo alcançado.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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