Strava revela o esforço de Kilian Jornet para assegurar a vitória na Marató Pirineu

Kilian Jornet foi o vencedor da recente Marató Pirineu, prova com 44,8 km e 2.400 metros de desnível positivo. Ao mesmo tempo, o espanhol registou o recorde da prova. Foi revelado entretanto a sua performance durante a corrida, através da aplicação Strava. O “extraterrestre”, como é conhecido por muitos, chegou a correr a 3m08 o quilómetro…

 

A média final de Jornet na prova foi de 5m01 por quilómetro, realizando um novo recital para os amantes da modalidade.

Devido a enorme competição que manteve com o francês Nicolas Martin ao longo do percurso, podemos verificar através do Strava que o último quilómetro da prova de Jornet foi realizado a um ritmo de 3m15, um ritmo obrigatório para o espanhol poder vencer a prova. No total, o espanhol queimou 3888 calorias. Recorde-se que o espanhol terminou a prova com o tempo de 3h44m28, menos 26 segundos que Martin (leia aqui).

Clique em cada ponto no gráfico abaixo para ver o tempo de Kilian Jornet em cada quilómetro da Maratona Pirinéus. Por exemplo, no km 19, o espanhol correu a 7m04, enquanto no 43.º foi obrigado a dar o melhor de si, correndo a 3m34 devido a pressão do gaulês Nicolas Martin, que também publicou a sua corrida no Strava, assim como a vencedora feminina, Ruth Croft.

Devemos salientar que os registos do Strava de Martin o colocam como vencedor da prova, já que apresenta uma média de 4m59, dois segundos mais rápido que Kilian Jornet

 

 
 
  

Marato Pirineu

Damn! Marato Pirineu rocked 🤘🏽🎥 Biel Ràfols #MP17

Publicado por Salomon Running em Domingo, 24 de Setembro de 2017

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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