Nova equipa Prozis Trail Running conta com dois portugueses

Nuno Silva e Lucinda Sousa são os portugueses presentes na nova equipa de Trail Running internacional, que contará com 13 atletas no total oriundos, além de Portugal, de Espanha, Colômbia, França e Itália.

 

Os dois portugueses fazem parte da Prozis Trail Running Team, que será equipada pela marca desportiva BERG Outdoor. A nova equipa foi apresentada em Gijón, Espanha, «e tem como objetivo estar presente nos principais circuitos nacionais e internacionais», lemos num comunicado.

O mentor e diretor da equipa é Manuel Díez Sedano, conhecido no país vizinho por Lolo Díez, corredor e organizador de vários eventos mundiais, tais como o Carrera Alto Sil.

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Recorde-se que Nuno Silva alcançou no ano passado a melhor classificação portuguesa de sempre na Liga Mundial de Ultramaratonas Skyrunner, concretamente um sexto lugar. Já Lucinda Sousa é um dos principais nomes do Trail nacional.

«A Prozis pretende aumentar os seus horizontes em busca de sua afirmação no Trail principalmente em Espanha, mas também em Itália e França, sem nunca deixar para trás Portugal, onde continuará a apostar, tendo também na sua constituição representantes nacionais para demonstrar que também temos um altíssimo nível em Portugal», lemos na página do Facebook da marca.

Além dos dois portugueses, fazem parte da equipa os espanhóis Alfredo Gil, Javier Bodas, Juanjo Larrotcha, Santiago Obaya, Samuel Obaya, Lolo Díez, Manuel Sánchez-Capitán e Angéles Dias, além do colombiano Saúl Padua. Os restantes membros da equipa serão conhecidos em breve.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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