Mundial Sky Running Juniores: Diogo Gomes foi o terceiro melhor no seu escalão

Na prova do KM Vertical do Mundial Sky Running Juniores (3,3 km), Diogo Gomes alcançou um brilhante terceiro lugar no escalão A. Na classificação geral, o melhor foi Romeu Gouveia, 28.º colocado.

 

No escalão A, que engloba os 16 e 17 anos, Diogo Gomes alcançou o tempo de 48m50, obtendo o terceiro melhor registo da sua categoria. Já Romeu Gouveia, no escalão B (18-20 anos), alcançou o tempo de 48m14, terminando na 28.ª posição da geral, 14.º da sua categoria.

Nota ainda para a única portuguesa em prova, Juliana Oliveira, 74.ª colocada, quinta do seu escalão (A), com o tempo de 1h18.

Resultados do KM Vertical (3,3 Km | D+ 1.000)

Masculino

Romeu Gouveia:
– Classificação 28. Geral l 14. Youth B.
– Tempo: 00:48:14 (+ 09:27).

Diogo Gomes:
– Classificação 30. Geral l 3 Youth A.
– Tempo: 00:48:50 (+ 10:04).

Francisco Luis:
– Classificação 39. Geral l 20. Youth B.
– Tempo: 00:50:39 (+ 11:53).

Cláudio Fernandes:
– Classificação 43. Geral l 21. Youth B.
– Tempo: 00:51:00 (+ 12:13).

Cristiano Oliveira:
– Classificação 46. Geral l 13. U23.
– Tempo: 00:51:59 (+ 13:13).

Gonçalo Luis:
– Classificação 48. Geral l 23. Youth B.
– Tempo: 00:52:15 (+ 13:29).

João Patricio:
– Classificação 55. Geral l 15. U23.
– Tempo: 00:55:38 (+ 16:52).

Tiago Abreu:
– Classificação 57. Geral l 11. Youth A.
– Tempo: 00:56:14 (+ 17:28).

Simão Loureiro:
– Classificação 69. Geral l 12. Youth A.
– Tempo: 01:01 (+ 22:55).

Feminino

Juliana Oliveira:
– Classificação 74. Geral l 5. Youth A.
– Tempo: 01:18 (+ 40:07).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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