Andris Ronimoiss vence MIUT 2018

O letão Andris Ronimoiss é o grande vencedor do MIUT 2018 (115 km / 7200 D+), etapa madeirense que integra o circuito mundial de Ultra Trail.

 

Com o 16.º melhor tempo da elite da prova, Ronimoiss foi um justo vencedor, já que jamais abandonou as primeiras colocações, assumindo de vez a primeira posição da prova na passagem entre o Pico Ruivo e o Pico do Areeiro. Em Machico, o letão cortou a linha da meta com o tempo de 13h57m11 e alcançou, pela primeira vez na sua carreira, uma vitória em provas do World Tour.

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A prova foi bastante movimentada, com alguns atletas franceses a assumirem por diversas vezes o ritmo da corrida, como foram os casos de David Hauss (que acabou por abandonar a corrida com dores no peito), Aurelien Dunand-Pallaz e Sebastien Camus.

 

Nas posições seguintes do pódio ficaram Aurelien (14h19m05) e Jordi Gamito (14h22m28). Recorde-se que o recorde do MIUT está na posse do francês Francois D’Haene (13h05m44), atual vencedor do UTMB, a principal prova de Trail da Europa.

PT// Andris Ronimoiss é o vencedor do MIUT2018! Parabéns, Andris!EN// Andris Ronimoiss wins MIUT2018! Congratulations, Andris!

Publicado por MIUT – Madeira Island Ultra Trail em Sábado, 28 de Abril de 2018

 

Mimmi Kotka vence com facilidade o MIUT 2018

Na prova feminina, domínio absoluto da sueca Mimmi Kotka, num recital sem contestação, tal o seu domínio. No final, chegou em Machico com o tempo de 15h51m31, tempo suficiente para alcançar o 13.º lugar da classificação geral. Nas posições seguintes ficaram Audrey Bassac (com mais 2h29…) e Juliette Blanchet, ambas francesas.

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Este ano, a prova ficou marcada por complicadas condições climatéricas, com muita chuva, frio e piso escorregadio, principalmente entre os Estanquinhos e o Pico Ruivo.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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