Remigio Huamán e Anna-Marie Watson vencem a I edição da Meia-maratona das Areias

Remigio Huamán e Anna-Marie Watson foram os grandes vencedores da primeira edição da Meia-maratona das Areias, a irmã menor da célebre Maratona da Areia (Marathon des Sables), que é disputada no deserto do Sahara. No total, participaram deste evento, dividido em três etapas (26 km- 63 km – 22 km), 271 atletas em Fuerteventura, nas Canárias.

 

A terceira etapa era para ser de 31 km, mas a organização reduziu o percurso para 22 km. No final, vitória para Remigio Huamán e Anna-Marie Watson, que lideravam a prova e portanto fizeram acima de tudo uma corrida de contenção e controlo na última etapa, num percurso rico em zonas muito áridas e vulcânicas, terminando no entanto numa zona litoral bastante atrativa.

Com dois minutos de vantagem sobre o seu principal adversário,  Yeray Durá, Remigio venceu a terceira etapa com o tempo de 1h35m49, conquistando a sua vitória na corrida. Já Yeray terminou a etapa em segundo, com 1h39m00, insuficiente para retirar a vitória a Remigio, que também ganhou a segunda etapa (foi terceiro na primeira, que teve como vencedor Alex Fraguela). O seu tempo final foi de 10h38m57.

Anna-Marie Watson confirma favoritismo e vence prova feminina

No setor feminino, mesmo guião, com Yolanda Fernández à procura de retirar o triunfo de Watson. Acabou por vencer a etapa com o tempo de 2h14m03, mas a britânica ganhou a primeira edição da Meia-maratona da Areia devido ao tempo alcançado, 2h19m04. De referir que Watson ganhou as duas primeiras etapas, gerindo a corrida nesta última. O seu tempo final foi de 13h51m26.

Depois de Espanha, a Meia-maratona das Areias, franquia da Marathon des Sables, vai para o Peru, concretamente para o deserto de Ica, num total de 250 quilómetros em 6 dias, entre 26 de novembro e 6 de dezembro.

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Publicado por Half Marathon Des Sables Fuerteventura em Sábado, 30 de Setembro de 2017

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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