Marco de Gasperi troca o Mundial de Trail pela Transvulcania

Um dos grandes nomes da modalidade, atual campeão da Taça do Mundo de Skyruning Classic, o italiano Marco de Gasperi revelou que vai correr a Transvulcania, a 12 de maio, abdicando deste modo do Mundial de Trail.

 

Um dos corredores mais respeitados da elite do Trail mundial, Marco de Gasperi, com mais de 20 anos de carreira, tem no seu curriculum seis títulos mundiais com a Itália, por exemplo.

De Gasperi já “viveu” a Transvulcania, concretamente em 2012, quando participou em La Palma de um encontro de atletas de  Skyrunning, razão pela qual regressa agora para correr a prova pela primeira vez, já que ficou bastante satisfeito com o apoio do público, mas também com toda a energia que o evento emana.

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O italiano admitiu que não será fácil correr em La Palma, mas está confiante em alcançar um bom resultado.

«Quando estive aqui em 2012 nunca pensei em correr uma corrida tão larga e tão exigente, mas as minhas motivações mudaram e acredito hoje que o melhor que há na vida é fazermos as coisas que nos trazem ilusão (….) Não será fácil, mas será extraordinário cruzar a meta de uma nova viagem que, para mim, será mais do que um desafio pessoal», podemos ler no site da Transvulcania.

Evidentemente que a presença de um corredor com a qualidade de De Gasperi aumenta em muito o interesse na Transvulcania, que, este ano, comemora 10 edições, um número redondo que certamente ganha mais importância com o italiano na linha de partida.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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