Luís Fernandes é o melhor português no UTMB

O madeirense Luís Fernandes comprovou ser hoje um dos principais ultramaratonistas do nosso país, alcançando o TOP 20 do UTMB, concretamente a 18.ª posição.

 

Mais uma vez Luís Fernandes mostrou todo o seu brio no exterior, desta vez na principal prova do Trail mundial. No sempre complicado percurso pelas montanhas da Suíça, França e Itália, o madeirense alcançou um brilhante 18.ª lugar, com o tempo de 22h49m07.

Até ao momento, Luís Fernandes foi o único português a chegar a Chamonix, palco da meta do UTMB.

Luís Fernandes foi o mais rápido dos portugueses na UTMB. Terminou no top 20, conquistando o 18.º lugar! Parabéns!

Publicado por Running Magazine em Sábado, 2 de Setembro de 2017

Refira-se que o 17.º colocado foi o francês Julien Chorier, com o tempo de 22h42m13, e o 19.º colocado foi o também francês Benjamin David, com 22h51m04.

Recorde-se que o vencedor da corrida foi o francês François D’Haene (clique aqui).

Mas Portugal somou mais dois bons resultados, com dois atleta no Top 30: o também madeirense Leonardo Diogo, na 24.ª posição, com o tempo de 23h31m23. Mais tarde foi a vez de Francisco Freitas, com 23h44m56, na 27.ª posição.

Como curiosidade, apenas três países têm três atletas ou mais no Top 30, concretamente Espanha, Estados Unidos e França.

Perfomance de Luís Fernandes
Para ver a perfomance de Luís Fernandes, clique na imagem
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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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