Espanhol Luis Alberto Hernando conquista bicampeonato mundial de Trail

O espanhol Luis Alberto Hernando conquistou pela segunda vez consecutiva o título mundial de Trail, numa prova realizada em Itália e inserida no Trail Sacred Forests (49 km/D+ 3000m). A Espanha conquistou o título coletivo masculino. 

 

Vencedor em 2016, Hernando era o principal favorito ao triunfo final, com o espanhol a controlar a corrida desde o início. No entanto, foi o norte-americano Andy Wacker a passar o km 9 na primeira posição, juntamente com o futuro vencedor e o gaulês Cedric Fleureton.

Wacker manteve a sua posição até o quilómetro 25, mas Fleureton atacou forte pouco depois e muitos acreditaram que seria um ataque para a vitória.

No entanto, Hernando recuperou a desvantagem de dois minutos e, a 5 km, as pernas de Fleureton deram sinal de cansaço devido ao seu forte ataque e Hernando passou para à frente, junto com o compatriota Cristofer Clemente.

No final, vitória para o espanhol, que, com 4h23m33, conquistou o seu segundo título mundial consecutivo. Clemente registou 4h24m33. Na terceira posição ficou Cedric Fleureton, com 4h28m05.

De referir que Espanha conquistou o título mundial por equipas. Além do primeiro e segundo lugares, obteve a quinta (Dani Garcia), sétima (Miguel Caballero) e décima posições (Pablo Villa).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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