Lucinda Sousa alerta para a necessidade do controlo antidoping

Um dos principais nomes do Trail nacional, integrante da recente equipa internacional Prozis Trail Running, Lucinda Sousa tem um olhar único sobre a modalidade. Questionada sobre o futuro da modalidade, a portuguesa prefere olhar para o presente e deixa um recado: «O controlo antidoping começa a ser uma necessidade.»
Lucinda Sousa defende que o Trail, nos nossos dias, apresenta um crescimento enorme no número de praticantes. Por isso, o principal desafio da modalidade é, para a portuguesa, «o da fidelização», sendo necessário fazer com que os praticantes continuem no Desporto.

Para isso, é necessário organização nas diversas provas espalhadas pelo país, mas também um aumento na competitividade, algo que atualmente acontece, defende Lucinda Sousa.

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«Há cada vez mais atletas de maior valor e o resultado começa cada vez mais a ser uma incerteza.»

E os problemas que antevê para a modalidade?

«A massificação, num curto espaço de tempo, por vezes não é acompanhada por uma adequada estrutura reguladora. Espero que o trabalho positivo que a ATRP – Associação Trail Running Portugal tem realizado até à data corresponda ao tão rápido crescimento dos praticantes

Todavia, a atleta da Prozis Trail Running deixa um alerta que, aqui e ali, já é ouvido em tons baixos mas com mais frequência no interior do pelotão, “aumentando o volume” nas redes sociais.

«O controlo antidoping começa a ser uma necessidade

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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