Laura Orgué foi mais rápida a subir do que um teleférico

Atual campeã do Mundo do KM Vertical, a catalã Laura Orgué foi mais rápida do que o teleférico de Vall Fosca, em Lleida (700 metros e um desnível positivo de 340 metros).

 

Laura Orgué e o seu "rival", o teleférico
Laura Orgué foi mais rápida que um teleférico

 

 

 

 

Orgué registou o tempo de 16m20 e chegou poucos segundos antes do teleférico de Vall Fosca, correndo a distância entre Sallente e Estany Gento. O que impressiona neste desafio é a sua exigência, tanto física como técnica, já que o percurso não é nada propício a uma “corridinha”, muito devido ao terreno pedregoso.

«A ideia era fazer algo diferente do que correr com um dorsal. Correr contra uma máquina tem a sua graça. Estou contente porque correr bem. Desfrutei desta singular corrida», confessou Orgué. A catalão disse ainda que não se preparou para o desafio, embora tenham na véspera, estudado o percurso.

«O terreno é muito selvagem, não há um trilho e isso fez com que coloquemos em dúvida a conclusão do repto. Procurei não pensar muito se conseguiria ou não terminar com êxito esta aventura. Apenas me concentrei em ir o mais rápido possível

O teleférico de Vall Fosca é uma das portas de entrada do “Parc Nacional d’Aigüestortes”, concretamente a “Estany de Sant Maurici”.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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