Kilian Jornet venceu a Maratón Pirineu com recorde

O espanhol Kilian Jornet venceu a Maratón Pirineu, com 45 quilómetros e 2.400 metros de desnível positivo. E com um novo recorde da prova.

 

Jornet registou 3h44m28, superando em cerca de 20 minutos a anterior marca da Maratón Pirineu, que estava na posse de Alfredo Gil desde 2015, com 4h03m42. O triunfo do espanhol foi complicado e duro, já que, na segunda colocação, ficou o francés Nicolas Martin, com 3h44m54. No terceiro lugar ficou Bhim Bahadur Gurung, do Nepal, com 3h46m52.

 

Recorde-se que Kilian Jornet alcançou no início do mês o segundo lugar no UTMB e, na semana passada, venceu a exigente Glen Coe Skyline, na Escócia. A prova deste ano nos Pirenéus teve nomes de relevo, como por exemplo Tòfol Castanyer (nono, com 4h02m54).

«Muito obrigado pelas asas que me deram em casa! Corrida muito difícil, mas uma atmosfera memorável», escreveu Jornet na sua ocnta do Twitter.

Na prova feminina, triunfo para Ruth Croft, com 4h19m10, que também alcançou o melhor tempo da Maratón Pirineu. O anterior estava na posse de Oihana Kortazar, com 4h31m36 (2015). Atrás ficaram Laura Orgué (4h25m17) e Glykeria Tziatzia (4h32m08).

 

As três primeiras colocadas da Maratón Pirineu
As três primeiras colocadas da Maratón Pirineu
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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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