Iker Karrera estabelece novo recorde para “La Alta Ruta de los Perdidos”

Iker Karrera estabeleceu um novo registo para “La Alta Ruta de los Perdidos”, trajeto que percorre as duas montanhas mais impressionantes dos Pirenéus (Monte Perdido e Vignemale), num total de 92,84 km e um D+ de 6035 metros. O espanhol retirou mais de sete horas ao anterior recorde…

 

Karrera precisou de 13h42m16 para concluir um percurso que o comum dos mortais leva, em média, cinco dias por concretizar, num dos trekkings mais procurados dos Pirenéus devido a sua beleza e dificuldade técnica. O anterior recorde era de Dani Magallón (20h50)…

 

La Alta Ruta de los Perdidos

 

O espanhol disse que teve em mente o desafio de estabelecer um novo registo, mas o objetivo principal foi preparar a sua participação para a Hard Rock 100. Karerra revelou ainda que tinha mentalizado percorrer o trekking em 16 horas, baixando desse modo em três horas as suas previsões.

A parte mais complicada para Iker Karrera foi a subida desde o “Refugio de Pineta” até a colina de Añisclo, «uma subida muito íngreme e dura», ainda mais devido ao forte Sol, revelou ao Carreras por Montana.

Os abastecimentos protagonizados por Iker Karrera foram feitos em Gavarnie (km 39,5), Pineta (km 63,3) e Góriz (km 75,7), alcançando os 2820 metros de altitude em Brecha de Roland. Durante o percurso, foi obrigado a calçar sapatos para vários tipos de terreno, já que foi obrigado a atravessar rios e andar na neve, num percurso de uma riqueza paisagística singular devido a sua diversidade.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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