Grandes nomes confirmam presenças na nova Golden Trail Series

A Golden Trail Series é uma das novidades deste ano no Mundo do Trail. No total, cinco corridas de sonho (mais uma grande final), num desafio no qual vários dos principais nomes da modalidade já confirmaram a presença.

 

«As cinco provas foram escolhidas devido a paisagem, pelo desafio, pela história de cada corrida e pela atmosfera que oferece aos corredores e ao público. São provas que sempre figuram na lista de desejos de qualquer corredor», afirmou o Salomon Running Global Sports Marketing Manager, Greg Vollet, aquando do lançamento da Golden Trail Series, que começa em maio.

O cartaz da Golden Trail Series
O cartaz da Golden Trail Series

O calendário do circuito é o seguinte:

27 de maio
Espanha: Zegama-Aizkorri: 42 km (D+ 2.736m)

1 de junho
França: Mont Blanc Marathon: 42 km. (D+ 2.780m)

12 de agotso
Suíça: Sierre-Zinal: 31 km (D+ 2.200m)

19 de agosto
Estados Unidos: Pikes Peak: 42,18 km (D+ 2.382m)

15 de setembro
Escócia: Ring of Steall: 29 km (D+ 2.382m)

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No final, um ranking geral qualificará 10 atletas masculinos e femininos para a corrida decisiva, a denominada Grande Final, que ocorrerá na África do Sul, concretamente na The Otter Trail (42,195 km / D+ 2.600m), a 20 de outubro.

A Golden Trail Series passará por 3 continentes e 6 países, o que comprova a sua importância internacional, já que o circuito passa por alguns dos principais centros mundiais do Trail Running.

«Zegama conta com o melhor público; Mont Blanc Marathon apresenta a melhor paisagem; Sierre-Zinal é a mais rápida; a altitude marca a Pikes Peak; e Ring of Steall é muito técnica. Todas as provas contam com um componente único que define o espírito do trail running. Ou seja, este circuito apresenta o melhor do melhor», salientou Vollet, que revelou ainda que a competição distribuirá cerca de 100 mil euros em prémios e que todos os atletas serão alvos de apertados exames anti-doping.

Killian Jornet salienta importância solidária da Golden Trail Series

Evidentemente, alguns dos principais nomes da modalidade já confirmaram os seus nomes neste novo circuito. Entre eles, por exemplo, Kilian Jornet.

«Estou entusiasmado com a “Golden Trail Series”, que acolhe as melhores corridas do Mundo, as provas que todos os atletas desejam correr e que estão unidas num único circuito. Estou emocionado porque o nível competitivo será muto alto. Depois, cada prova é única. É também fantástico que a última corrida seja em The Otter Trail, na África do Sul, e que todo esteja ligado a um projeto solidário. Estaremos todos ali e correremos não só pelo puro egoísmo de ganhar, mas com a ideia de ajudar outras pessoas

Até ao momento, na elite masculina, temos os seguintes nomes, além de Jornet: Stian Angermund (NOR), Francesco Puppi (ITA), Sage Canaday (EE.UU.), Aritz Egea (ESP), Pascal Egli (SUI), Marc Lauenstein (SUI), Alexis Sevenec (FRA), Jan Margarit (ESP), Patrick Smith (USA), Nicolas Martin (FRA), Andy Wacker (USA), Bhim Gurung (NEP), Dai Matsumoto (JAP), Remi Bonnet (SUI) e Max King (USA).

Já na elite feminina estão inscritas Laura Orgué (ESP), Silvia Rampazzo (ITA), Sheila Avilés (ESP), Emelie Forsberg (SUE), Ida Nilson (SUE), Megan Kimmel (USA), Ruth Croft (NZ), Stevie Kremer (USA), Michelle Maier (GER), Eli Gordón (ESP), Emma Clayton (GB) e Anne Lise Rousset (FRA).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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