Ester Alves vence Maratona Serra Nevada

Campeã em 2016, a portuguesa Ester Alves foi a vencedora da edição deste ano da Maratona Serra Nevada, com 40km e 2370 metros de desnível positivo. 

 

Ester Alves terminou a prova com um enorme sorriso nos lábios, numa corrida marcada pelo forte calor. Para o triunfo da portuguesa foi determinante a sua estratégia, já que não forçou na primeira parte da corrida, atacando em definitivo no último terço da Maratona Serra Nevada. Ester Alves correu a prova em 5h11m20.

Publicado por Ester Alves em Sábado, 15 de Julho de 2017

«Não estava a contar que houvesse uma competição tão grande, tanto que só consegui passar para o 1.º lugar nos últimos 4 km da prova. Estava mais calor do que no ano passado e por isso a prova foi mais exigente. Este percurso é sempre a subir, dos 400 aos 2600 metros de altitude, mas são estes desafios que me fazem sentir viva. Estou muito contente com o resultado e espero estar assim tão bem para o próximo desafio, o UTMB em agosto.»

Na segunda posição ficou Elena Cambil Medina (5h15m03), de Espanha, e, no último lugar do pódio, outra espanhola, Eva Olmedo (5h50m16). Na quarta posição ficou a portuguesa Fátima Negri (6h33m23).

 

Ester Alves acaba de ganhar a maratona da Ultra Trail Sierra Nevada! Parabéns!

Publicado por Revista Sport Life em Sábado, 15 de Julho de 2017

 

Ester Alves terminou na 16.ª posição da classificação geral, o que demonstra a sua elevada perfomance, conseguindo lutar com os primeiros da classificação masculina, que foi ganha por José Campaña, seguido de David Gil e de Israel Martín. 

Na prova principal (100 km, desnível de 6060m+ e 4590m-), o vencedor foi Miguel Angel Heras, com 12h23m10, e Noélia Ortega (14h57m23). Os vencedores do Trail Sierra Nevada (63 km) foram Juan Torreglosa (6h34m32) e Mónica Vila (08h08m03). 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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