Costa Rica: Ester Alves regressa a The Coastal Challenge

Ester Alves não esquece a Costa Rica, onde geralmente é feliz. Vencedora da prova em 2016 e terceira no ano passado, a portuguesa vai correr novamente na The Coastal Challenge, entre 11 e 17 de fevereiro.

 

Prova dividida em seis etapas, os participantes da The Coastal Challenge têm de ultrapassar uma natureza única ao longo de 236 quilómetros. Uma corrida visualmente inesquecível, mas bastante dura devido ao calor e humidade. No ano passado, Ester Alves terminou atrás de Anna Frost e Anna Comet e, este ano, tem como objetivo regressar aos triunfos, como aconteceu na sua primeira participação, em 2016.

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Em entrevista ao site de Ian Corless, a portuguesa revelou que está em boas condições para alcançar o seu objetivo, já que não deixou de treinar no Natal e Ano Novo, com o ginásio e a bicicleta a terem um papel primordial na sua recuperação ativa após a sua participação no Everest Trail, no Nepal.

«O pior dia no The Coastal Challenge é o primeiro, é um choque. É tão quente e tão húmido que você não consegue respirar», afirmou a portuguesa.

Ester Alves ainda deu três conselhos para quem vai correr a prova pela primeira vez:

1) Ser paciente com o calor
2) Descansar bem após as etapas
3) Não deixar alimentos ao redor da tenda devido aos pequenos animais

 

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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