Ester Alves mantém liderança na Everest Trail Race

Ester Alves continua imparável na Everest Trail Race. Na segunda etapa, a segunda vitória na prova, assim como aconteceu na corrida masculina, com o espanhol Luis Alberto Hernando, campeão do Mundo e da Europa.

 

Foram “apenas” 24 km, mas 24 km de uma dureza intensa, já que o desnível positivo atingiu os 3500 metros, alcançando, por exemplo, o ponto mais alto da prova, o Pikey Peak, a 4100 metros de altitude. Curiosamente, os corredores também alcançaram um dos pontos mais baixos da Everest Trail Race, a 1500 metros de altitude… No entanto, logo a seguir, uma ascensão de 16 km com 2600 metros de desnivel positivo, até o topo de Pikey Peak.

A beleza dos Himalaias na Everest Trail Race
A beleza dos Himalaias na Everest Trail Race

Tanto Alves como Hernando ampliaram a vantagem sobre os seus principais rivais. O espanhol, inclusive, superou novamente o recorde da etapa, agora de 3h35, cerca de 10 minutos mais rápido do que o recorde de Upendra Sunuwar, alcançado em 2013.

Temperaturas abaixo de zero na Everest Trail Race

Ester Alves soube controlar os ataques das suas principais rivais e passou sempre na primeira posição nos postos de controlo, superando com brio uma etapa bastante técnica, principalmente após a descida de Pikey Peak até ao acampamento final da segunda etapa.

De referir que não deverá ser fácil para Ester Alves e restantes membros da prova dormirem, já que são esperadas temperaturas abaixo de zero. A portuguesa procurará, no entanto, descansar para, no sábado, procurar alcançar a sua terceira vitória na corrida.

LEIA TAMBÉM
Ester Alves vence a primeira etapa da Everest Trail Race

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos