Ester Alves continua a brilhar na Everest Trail Race

Após perder a liderança na Everest Trail Race no sábado, Ester Alves mostrou este domingo que vai lutar pelo triunfo na corrida, terminando apenas 34 segundos atrás que a vencedora da quarta etapa e líder da prova, ChheChee Sherpa.

 

Numa etapa (27,5 km e 2500 metros de desnivel positivo) bastante tática, Ester Alves demonstrou que tem todas as condições para vencer a Everest Trail Race, oferecendo uma luta que certamente não esperaba a atleta local ChheChee Sherpa, que venceu a quarta etapa com o tempo de 4h45m04, apenas menos 34 segundos que a portuguesa, que, na classificação geral, precisa tirar uma desvantagem de 5m19. Nas quatro etapas, Sherpa soma 19h27m24.

A pesar dos jogos táticos, o dia de hoje foi mais “calmo” do que os anteriores, com a subida mais importante do dia a se registar em Kari-La, com 800 metros de desnível positivo. A etapa ficou ainda marcada pela quantidade de animais que cruzaram com os corredores, que tiveram de ter um cuidado extra com o “tráfico”. Devido a chuva que caiu na região, o terreno também esteve muito complicado, exigindo dos competidores a máxima atenção.

No masculino, Suman Kulung somou a segunda vitória em casa (3h15m23), mas Luis Alberto Hernando conseguiu manter a liderança da prova, embora tenha perdido uma vantagem de 3m29. O espanhol soma 13h07m45 nas quatro etapas, menos 4m26 que Kulung.

Faltam duas etapas para o término da corrida…

LEIA TAMBÉM

Ester Alves perde a liderança no Everest Trail Race

Ester Alves mantém liderança na Everest Trail Race

Ester Alves vence a primeira etapa da Everest Trail Race

 

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos