André Rodrigues vence o Trilhos dos Abutres

O português André Rodrigues foi o vencedor da edição deste ano do Trilhos dos Abutres, em Mirando do Corvo, a primeira grande prova do calendário nacional.

 

Bastante emocionado após cortar a linha da meta, André Rodrigues não escondeu a sua satisfação por ter terminado a corrida em 4h44, ultrapassando deste modo os exigentes e bastante duros 50 km da corrida.

André Rodrigues é o GRANDE VENCEDOR dos 50km Trilhos dos Abutres 2018.O atleta da Prozis Xtrail Team equipped by Berg Outdoor fez uma prova de grande qualidade e num ritmo alucinante.50km em 4.44h ⏱️Parabéns!!!#exceedyourself

Publicado por Prozis Trail Running em Sábado, 27 de Janeiro de 2018

 

Nas posições seguintes ficaram Dmitry Mityaev (que chegou a liderar a corrida no último terço, com 4h55) e Mário Sancha (5h02). Na prova feminina, triunfo para Ekaterina Mityaeva (6h04), seguida de Fatima Gonzalez (6h19) e Cristina Couceiro (6h35).

O sorrido do triunfo de Ekaterina Mityaeva
O sorrido do triunfo de Ekaterina Mityaeva

Nos 30 km, vitória para Romeu Gouveia (2h55), atual campeão nacional de Trail, e Lucinda Sousa (3h42).

No total, para a edição deste ano, participaram cerca de 1600 atletas oriundos de 19 países, num evento que pretende, em 2018, organizar o Mundial de Trail, que, este ano, passará por Penygosa, em Espanha, a 20 de maio.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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