Cerca de 80 portugueses no Andorra Ultra Trail Vallnord

A pouco mais de um mês do início, as inscrições para as diversas provas do Andorra Ultra Trail Vallnord estão esgotadas, com exceção da Eufòria, a nova corrida do evento, de 233 quilómetros. No total, cerca de 80 portugueses estão inscritos nas provas, que conta com Armando Teixeira como embaixador do evento.

 

Anos após anos, o Andorra Ultra Trail Vallnord continua a seduzir milhares de corredores. No total, o evento terá mais de 3200 atletas oriundos de 48 países espalhados pelas diversas corridas, estando já esgotadas as seguintes: Ronda dels Cims (170 km y 13.500 m D +), com 450 corredores; Marató dels Cims (42 km, 3.000 m D +), com 750; Celestrail (83 km, 5.000 m D + ), com 500; e Mític (112 km, 9.700 m D +), com 500.

Há ainda lugares disponíveis para a Eufòria (233 km, 20.000 m D +), corrida de resistência a pares, e para a Solidaritrail (10 km, 750 m D +), a caminhada popular que é celebrada no último dia do evento, domingo.

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De referir que, em relação ao ano passado, o número de corredores portugueses cresceu cerca de 50%. Um dos participantes deste ano é o ultramaratonista Armando Teixeira (capitão da seleção nacional para o Mundial da modalidade, a 10 de junho), da equipa Salomon Portugal e embaixador do evento, que vai participar pela primeira vez na Celestrail. Já na Eufòria teremos João Colaço e Jorge Serrazina.

 

Armando Teixeira, Mundial Trail 2017

O "capitão" da equipa Nacional, Armando Jorge Teixeira, responde a algumas questões nesta fase em que os atletas estão a preparar a prova do Campeonato do Mundo, em Itália. Trail Sacred Forests 10 de JunhoProzis Prozis Trail Running apoiam a Seleção Portuguesa de Trail

Publicado por Associação de Trail Running de Portugal em Quarta-feira, 17 de Maio de 2017

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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