Rosa Mota no tiro de partida do triunfo de Mo Farah na Great North Run

Nome emblemático da História do Atletismo, Rosa Mota deu o tiro de partida para a tradicional Great North Run, em Newcastle, uma das provas mais emblemáticas do calendário inglês. Mo Farah alcançou a vitória, a quinta no historial do evento.

 

Farah, de 35 anos, correu a Meia-maratona de Great North Run como preparação para a Maratona de Chicago, em outubro. Grande nome do evento, o britânico, quatro vezes campeão olímpico (5000 metros / 10000 metros), não deu hipótese aos rivais, numa corrida onde Rosa Mota deu o tiro de partida.

Sir Mo, como estava escrito no seu dorsal, terminou a prova com o tempo de 59m26 e superou Jake Robertson, que registou 59m57 (o neozelandês venceu a Meia-maratona de Lisboa em 2017). Na terceira posição ficou Bashir Abdi, com 60m43. Farah ficou a apenas quatro segundos do seu melhor tempo na prova, alcançado em 2015 (o melhor tempo pertence ao queniano Martin Mathathi, com 58m56, obtido em 2011).

Com este triunfo, Mo Farah é o atleta com mais vitória na já clássica Great North Run, com cinco vitórias, superando o queniano Benson Masaya, que tem quatro.

Vivian Cheruiyot vence a prova feminna

Na prova feminina, o pódio foi totalmente queniano, com a vitória a surgir para Vivian Cheruiyot, com 67m43. Atrás ficaram Brigid Kosgei (67m52) e Joyciline Jepkosgei (68m10). Cheruiyot, vencedora este ano da Maratona de Londres, alcançou a sua segunda vitória na corrida, que apresenta tem um declive de 30m5, sendo o máximo oficialmente permitido para registos de recordes para a IAAF de 21m09.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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