O impressionante treino de Eliud Kipchoge para a Maratona de Londres

Antes de vencer a Maratona de Londres deste ano, Eliud Kipchoge treinou, como normalmente, no Quénia. Um dos principais nomes do Atletismo mundial, é possível ver no Youtube um dos seus treinos para a prova. Cansa só de olhar…

 

No vídeo é possível verificar uma sessão de 8×1600 metros (recuperação de 90 segundos) e, logo a seguir, 10×400 metros (recuperação de 45 segundos). Juntamente com os seus companheiros de treino, Kipchoge, de 33 anos, mantém um ritmo impressionante na sessão, com uma média de 2m53 min/km.

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Este foi apenas dois dos treinos que acabaram por ditar a vitória do queniano em Londres, que terminou a prova com o tempo de 2h24m27. Atrás ficaram Shura Kitata, com mais 30 segundos, e Mo Farah, na sua primeira Maratona após decidir deixar as provas de pista. O britânico começou do melhor modo, já que superou o recorde da Grã-Bretanha, agora de 2h26m32.

Nunca ninguém correu uma Maratona tão rápido como Eliud Kipchoge

Recorde-se que Kipchoge é o homem mais rápido a correr a distância de uma Maratona, quando, no Breaking2 (veja aqui o documentário), correu em 2h00m25, um registo no entanto não aprovado pela IAAF.

No seu curriculum, o queniano tem vitórias na Maratona de Berlim 2017 e na própria Maratona de Londres, em 2015 e 2016, quando registou 2h03m05, oito segundos a mais que o recorde mundial da IAAF.

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De referir ainda que a vencedora deste ano da Maratona de Londres, que faz parte das Majors (juntamente com Chicago, Boston, Nova Iorque, Berlim e Tóquio), foi a também queniana Vivian Cheruiyot, com 2h18m31, o sexto melhor tempo de todos os tempos da prova.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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