Corre uma Maratona em 2h40? Tierney Wolfgram, com 15 anos, correu…

Aos 15 anos, a norte-americana Tierney Wolfgram alcançou o sexto lugar na Twin Cities Marathon, considerada “a mais bela maratona urbana da América”, com uma marca de fazer inveja a muitos corredores…

 

A edição deste ano da Twin Cities Marathon, que começa no centro histórico de Minneapolis e termina na State Capitol, em St. Paul, teve como protagonista inicial precisamente a norte-americana Tierney Wolfgram, que liderou a corrida durante os primeiros 10 quilómetros de uma das provas mais acarinhadas dos Estados Unidos, uma prova que contou este ano com 7159 finalistas.

A vencedora da prova feminina foi a etíope Sinke Biyadgilgn, de 23 anos, com 2h33m04. Nas posições seguintes ficaram Serkalem Abrha (2h33m10) e Sarah Kiptoo (2h33m15).

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No entanto, foi Wolfgram a protagonista da corrida, já que, ao contrário do que todos esperavam, a jovem conseguiu manter o seu ritmo e acabou por terminar na sexta posição, um resultado realmente brilhante tendo em vista a sua idade, com o tempo de 2h40m03.

Chinesa na posse do recorde mundial desde 2002

Apesar do resultado, o tempo de Wolfgram, que correu a Maratona pela primeira vez, não superou o recorde norte-americano juvenil, na posse de Cathy Schiro, de 16 anos, alcançado em 1984: 2h34m24. O recorde mundial pertence a chinesa Mei-yu Shen, também de 15 anos, com 2h29m41, registo alcançado em 2002.

Como curiosidade, refira-se que o vencedor da prova masculina foi o queniano Elisha Barno, com 2h11m58.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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