Mais um exemplo de superação na corrida

Na Princess Ekiden All-Japan Inter-Company, prova por estafeta realizada em Fukoka, no Japão, uma imagem marcou a competição, concretamente a enorme superação protagonizada por Rei Lida, que, mesmo lesionada, não deixou de passar o “bastão”.

 

Após sofrer uma queda nos metros finais do seu percurso, Rei Liga fraturou a perna, mas isso não a impediu de demonstrar todo o seu enorme espírito desportivo e senso de companheirismo, já que, nos últimos 200 metros, fez questão de passar o “bastão” à sua companheira de equipa, mesmo que para isso tivesse de rastejar, como acabou por acontecer.

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Chorando e com os joelhos em sangue, Rei Liga foi amparada pela equipa médica da prova e conduzida a uma unidade hospitalar, onde foi diagnosticado a gravidade da sua lesão, que a vai impedir de correr durante 4 meses, prazo estimulado pelos médicos para a plena recuperação.

No entanto, o seu esforço não foi em vão, já que a sua dedicação e entrega são hoje uma referência para milhares de corredores.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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