Recordista do Mundo da Maratona falha novamente uma Maratona

Ainda não foi desta que Dennis Kimetto, recordista do Mundo da Maratona (2h02m57, Berlim 2014), terminou uma prova. Em Honolulu, o queniano não conseguiu mais uma terminar os 42195 metros…

 

Depois de 2014, Kimetto jamais conseguiu um resultado de expressão. Após desistir da Maratona de Chicago devido a uma lesão, em outubro, o regresso do recordista mundial estava agendado para a Maratona de Honolulu. No entanto, o queniano falhou mais uma vez, não terminando a prova, para desilusão do público e dos organizadores da corrida. Kimetto abandonou no km 25, após 1h25m01.

Todavia, se Kimetto desiludiu, o mesmo não aconteceu com Lawrence Cherono e Brigid Kosgei, vencedores da prova, ambos com recordes da corrida.

Cherono, que há oito semanas esteve na Maratona de Amesterdão (2h05m09), terminou com o tempo de 2h08m28 e superou o seu anterior registo, que era de 2h09m38. No final, não escondeu a sua alegria: «Não esperava superar o recorde, mas, depois do quinto quilómetro, senti que o meu corpo estava a reagir bem e procurei manter o ritmo.»

Atrás ficaram Wilson Chebet (2h09m55), que alcançou a segunda posição pelo terceiro ano consecutivo, e Vincent Yator (2h10m37).

Na prova feminina, Kosgei, segunda colocada na Maratona de Chicago em outubro último, terminou com o tempo de 2h22m14, superando o recorde de Lyubov Denisova, que mantinha desde 2006: 2h27m19. Nancy Kiprop (Quénia) foi segunda, com 2h29m15, enquanto Joyce Chepkirui, também do Quénia, foi terceira (2h33m17) após dois triunfos em 2014 e 2015.

De referir que os dois vencedores da Maratona de Honolulu receberam 34 mil euros pela triunfo e mais 13 mil euros pelo recorde.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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