Recordes dos mundos estiveram próximos na Meia-maratona dos Emirados Árabes Unidos

Como era esperado devido ao excelente grupo de corredores, a Meia-maratona dos Emirados Árabes Unidos não desiludiu e por muito pouco não foram superados os recordes do Mundo da distância, tanto nos homens como nas mulheres. Os vencedores da Meia-maratona dos Emirados Árabes Unidos foram Bedan Karoki e Fancy Chemutai.

 

Na prova feminina, Chemutai alcançou o tempo de 1h04m52 (5 km: 15m15; 10 km: 30m34; 15 km: 46m03; 20 km: 61m33), menos dois segundos do recorde do mundo de Joyciline Jepkosgei, alcançado em Valência no ano passado, Valência que acolhe este ano o Mundial da distância. Atrás ficou May Keitany, com o tempo de 1h04m55, ou seja, duas atletas abaixo dos 65 minutos, algo realmente fantástico, o que abre enormes perspetivas para o Mundial de Meia-maratona em março.

Top 10 feminino da Meia-maratona dos Emirados Árabes Unidos
Top 10 feminino da Meia-maratona dos Emirados Árabes Unidos

Karobi vence a Meia-maratona dos Emirados Árabes Unidos

Já Bedan Karoki alcançou 58m42 (5 km: 13m53; 10 km: 13m55; 15 km: 13m56; 20 km: 13m57), quarto melhor tempo de sempre na distância. Recorde-se que o recorde do mundo está na posse de Zersenay Tadese, da Eritreia, com 58m23, registo alcançado em Lisboa 2010. Atrás ficaram o etíope Jemal Yimer, com 59m00, a estreia mais rápida de sempre numa Meia-maratona, e o queniano Alex Kibet, com 59m06.

Top 10 masculino da Meia-maratona dos Emirados Árabes Unidos
Top 10 masculino da Meia-maratona dos Emirados Árabes Unidos

A prova masculina ficou marcada com sete atletas abaixo dos 60 minutos, o que demonstra a qualidade da corrida realizada esta sexta-feira, confirmando a Meia-maratona dos Emirados Árabes Unidos como uma das mais rápidas do Mundo.

Apesar de terem falhado o recorde do Mundo, refira-se que, tanto Bedan Karoki como Fancy Chemutai superaram o recorde da prova.

 
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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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