Jepkosgei alcança recordes do Mundo nos 10, 15, 20km e Meia-maratona numa única prova

A queniana Joyciline Jepkosgei, de 23 anos, alcançou este sábado quatro recordes do Mundo na Meia-maratona de Praga, concretamente nos 10, 15 e 20 quilómetros, além da distância da prova.

 

Pela primeira vez na História uma mulher correu uma Meia-maratona em menos de 65 minutos. Em Praga, Jepkosgei correu a distância em 1h04m52, menos 14 segundos que Peres Jepchirchir, do Quénia, alcançados ainda este ano.

Mas a queniana conseguiu outros feitos, estabelecendo novos registos nos 10 km (30m05, menos 16 segundos que o recorde da britânica Paula Radcliffe em 2003), nos 15 km (45m37, menos 37 segundos que a compatriota Florence Kiplagat, em 2015) e nos 20 km (1h01m25)…

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«Não esperava alcançar o recorde do Mundo este sábado. Apenas queria melhorar a minha marca (NDR: 1h06m08), estou surpreendido. As condições foram boas para as minhas caraterísticas, já que estou habituada a treinar a esta hora do dia», confessou a atleta ao site da IAAF.

Na segunda posição ficou a compatriota Violah Jepchumba, até então campeã da prova, que terminou com o tempo de 1h05m22, 29 segundos mais rápida do que o tempo alcançado no ano passado.

No masculino, Tamirat Tola, da Etiópia, medalha de bronze no Jogos do Rio nos 10 mil metros, foi o vencedor com o tempo de 59m37.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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