Moto impede Burka de superar o recorde da São Silvestre de Madrid

Uma das corridas mais populares da Europa no último dia do ano, com 42 mil corredores, a San Silvestre Vallecana, em Madrid, ficou marcada com o erro de uma moto da organização, que impediu que a vencedora feminina, a etíope Gelete Burka, de 31 anos, superasse o seu próprio recorde na prova, que não é superado desde 2012.

 

Tudo se encaminhava para Burka estabelecer o novo recorde da São Silvestre da capital de Espanha. No entanto, a moto que acompanhava a corredora encontrou um membro da organização na última curva antes de entrar no estádio, a cerca de 400 metros da linha da meta, e acabou por atrapalhar a corrida da etíope, que perdeu segundos decisivos, impedindo que o registo da prova, de 30m55, alcançado por ela própria em 2012, não fosse superado por apenas… dois segundos.

Veja aqui o incrível erro da moto da organização.

Na prova feminina, destaque ainda para a portuguesa Catarina Ribeiro, que, numa excelente prova, alcançou o tempo de 32m41, obtendo deste modo o segundo lugar da San Silvestre Vallecana. No último lugar do pódio ficou Aly Dixon, com 32m57, da Grã-Bretanha.

No masculino, outra grande prova, desta vez do queniano Eric Kiptanui, de 22 anos, que obteve o terceiro melhor tempo das 53 edições da prova espanhola, concretamentene de 27m34. Atrás ficaram o compatriota Amos Kirui (27m48) e o espanhol Toni Abadía (28m24).

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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